A gente vai ficando cada vez mais preguiçosa, né?
Agora, tenho preguiça até de escrever.
De forma que organizei meu pensamento pra que possa escrever, falando. Dessa forma eu falo, a inteligência artificial escreve e, depois, eu só pego o texto e corto o que tá errado.
Bem mais fácil, né?
Hoje é dia dezessete de dezembro de 2025.
Ou seja, é dezessete, que é meu número.
É de dezembro, que é o último mês do ano.
E 2025 acabou praticamente.
A partir de hoje, eu gostaria de escrever.
Vou colocar de resolução de Ano Novo.
Quem sabe?!
Nem que o escrever seja falando, entende?
Porque é um falar diferente...
É um falar, escrito.
Se é que me entende.
Vou contar uma história de amor.
Foi praticamente um amor à primeira vista, assim.
Eu olhei pra ele e fui tomada de um sentimento...
Eu não sei... forte.
Estranho, a princípio.
Mas, muito forte.
Não era alguém especialmente importante pra ninguém, de modo que...
Eu pensei: "bem, se não tem ninguém com ele, talvez ele não preste mesmo?"
Ou será que só não souberam olhar?
E ver as qualidades dele direito?
Às vezes acontece, né?
Em todas as relações, em todos os relacionamentos.
Não sei se teve a ver com alguma coisa com dezessete... pode ser que sim!
Talvez não... Mas... pode ser que sim!
Sim!
Não vou dizer que não, né?
Seria muita... muita mentira da minha parte... kkk
Dizer que não teve naaaada a ver com dezessete, mas não foi só por isso, não.
O fato é que desde que me apaixonei por ele, e já tem bastante tempo já, lá se vão mais de dez anos... eu venho tentando aprender cada vez mais sobre ele...
Para que a gente tem boa relação.
Se é que eu posso dizer que a gente tem uma relação, né?
Porque na situação que eu me encontro, eu acho que eu nem posso dizer que a gente tem exatamente uma relaçãaaaao, assim, porque ele só fica comigo por dinheiro.
Naturalmente, ele não quer ficar.
Se eu não tenho dinheiro, ele não vem.
Não é uma relação exatamente a melhor do mundo, né?
Mas é o que tem. Então, a gente aceita.
Quando a gente é apaixonado por alguém, eu acho que a gente aceita.
Mesmo sabendo que a pessoa só tá aqui por dinheiro.
Não é que ela tá por dinheiro, não é isso.
Ela não tá interessada nooooo dinheiro especificamente.
Só que ela tá só porque você tem o dinheiro, entende?
Porque se você não tivesse o dinheiro, ela não estaria.
O que é muito louco e faz a gente pensar: "Puxa, mas, então... É sobre dinheiro?!"
Eu não tô falando pra ninguém aqui fazer voto de pobreza, não! Pelo amor de Deos! Não se trata disso!
É que... pensa.
A gente faz tanta coisa tentando achar o amor verdadeiro.
E será que seria justo a gente abrir mão dele?
Por quanto de dinheiro?
Quanto vale um amor verdadeiro?
Vamos colocar um preço.
O amor verdadeiro vale dez mil reais.
É pouco, né?
Dez mil reais você pode gastar aí de Mounjaro, talvez, né?
Quanto vale o amor verdadeiro?
Vinte?
Vinte e cinco mil reais?
Trinta, quarenta?
Cinquenta mil reais?
Cinquenta mil reais me parece um preço adequado pra o amor verdadeiro.
Ou ainda tá barato?
Eu não sei.
Eu sei que ele, hoje, só tá comigo por conta do dinheiro.
E, de novo, não é que– ele sabe que eu não tenho dinheiro sobrando, que eu não sou uma pessoa de posse de bens, mas se eu não tivesse dinheiro, ele não estaria comigo hoje.
Infelizmente.
Desde que eu entrei na menopausa, tem sido assim.
Minha relação com o ESTRADIOL.
estradiol só vem se eu for lá e comprar ele na farmácia. Eu acho que ele mesmo não quis ir embora. Não queria ir embora, mas teve que ir. Ele foi triste, eu acho. Com certeza a gente sempre teve uma relação muito forte, nós dois. Tão forte, tão forte, tão forte que mesmo todo mundo desconfiando dele, todos esses anos, eu sempre fui fiel. Eu nunca traí ele. Nunca, nunca, nunca, jamais. Quando falaram que ele dava câncer, eu falei: "eu não acredito. Eu não acredito". Eu não acredito, porque não é possível que Deus tenha feito um hormônio que simplesmente faz tudo no corpo acontecer de maravilhoso, que dá câncer. Não pode ser. Eu não conseguia acreditar. Eu não conseguia acreditar. E aí, agora, depois de dez anos estudando estradiol e tentando entender a relação dele e da fêmea.De todas as formas possíveis e imagináveis, mas especialmente no que tange à sexualidade, à libido, orgasmo, e mais especialmente ainda, no que tange à fabricação de um bebê. Depois de dez anos enlouquecidamente tentando entender o-o– ele e a fêmea, e essa, essa união tão louca, e tão maravilhosa, e tão incrível, e sem acreditar em tudo que falavam dele por todos esses anos. Eis que agora, tem pouco mais de um mês, o Food and Drug Administration, o FDA, órgão de regulação americano dos mais, é-é, respeitados, veio a público se desculpar. Ele pediu desculpas por ter se posicionado contra a terapia de reposição hormonal. E aí, vamo falar a verdade, não é reposição hormonal, é reposição estrogênica. Mais do que estrogênica, porque estrogênio são– a gente tem quatro tipos de estrogênio, né? Mas dos-dos quatro tipos, de longe, o mais importante, o mais forte, o mais poderoso é o estradiol. Então, na verdade, reposição estradiogênica, vamos dizer assim. E o FDA veio a público se desculpar pela quantidade de mulheres que deve ter morrido de problemas coronarianos ou cardíacos, né? De fraturas, de depressão, de demência, que devem ter engordado, porque ele se posicionou contra a terapia de reposição estrogênica. E agora eles vieram pedir desculpas. Me parece uma coisa de filme, porque eu nem sabia que o FDA pedia desculpa por alguma coisa. Depois de todo esse tempo sendo tacado pedra, eis que a minha es– eis que a minha intuição estava certa, e a deles, e os estudos deles, errados. Olha só que loucura. O estradiol é inocente. Depois de uma vida inteira preso, algemado, sendo cuspido na cara por todos, eis que agora tiraram as algemas dele e falaram: "Você está livre, pode ir". Pois agora é a hora do estrogênio, agora é a hora do estradiol. Estronow. O estradiol é o elo perdido, o estro perdido. O estro perdido que fez tantas mulheres morrerem de doenças cardíacas, tantas mulheres quererem morrer de depressão, tantas mulheres engordarem, porque o estradiol tá intrinsecamente ligado à leptina, que tá intrinsecamente ligada a tudo que tem a ver com engordar e emagrecer. Eis que depois de todos esses anos, eles vieram e falaram: "Olha, a gente tava errado. Você de fato é inocente". E aí, gente, não é só sobre ser inocente. O estradiol também é, o que tá, na minha opinião, faltando pra um monte de gente poder levar suas pequenas gentes pra casa. O estradiol é a chave que tá impedindo você, por você não possuí-la, pra que você possa levar seu bebê pra casa. Então eu te convido, hoje, a vir comigo numa caminhada. Eu passei tanto tempo com o estradiol, e durante todos esses anos, ele falou tanto na minha cabeça, que ele era apaixonado pela fêmea, que ele era enlouquecido pela fêmea. E eu sempre falei: "Ah, que legal". Dei de ombros, tirei por menos, nunca... Né? Nunca valorizei demais. Mas chegou um momento que– que me deu um clique. E de tanto escrever e pensar sobre o estradiol e sobre essa relação simbiótica que o estradiol e a fêmea têm, de tanto pensar e de obcecadamente tentar entender tudo isso, eis que não me apaixonei só pelo estradiol. E de tanto ele falar no meu ouvido também, acabei também me apaixonando pela protagonista da história, a fêmea. E é com esse nome que hoje eu estou parindo as coisas que eu pensei e me dediquei nos últimos dez anos. A coleção Fêmea possui inúmeros livros, cada um com um conceito e uma ideia que tenta mostrar por que que alguma coisa não está sendo, quem sabe, é, entendida direito, que existe uma coisa, uma miss conception, ou seja, uma coisa em que a gente tá acreditando e que, na verdade, na verdade, não é exatamente isso. Talvez não exista uma miss conception, mas muitas miss conceptions e a gente tentou organizar esse livro. A gente, eu digo, eu e o ChatGPT, porque somos co-autores do livro. Mentira, eu-eu que escrevi, mas ele tá me ajudando a parir, porque acabou que eu engravidei de tudo isso...E o parto foi muito difícil, não tô conseguindo– não tava conseguindo fazer sozinha, o chat GPT me ajudou. Então, agradecer muito ele, falta colocar o nome dele no-no-no livro. E eis que hoje, fêmea vem ao mundo, fêmea vem ao mundo do jeito que eu queria que ela viesse: plena, cheia, completa, intensa. Mais que intensa, visceral. Como só uma fêmea sabe ser, qual– como só uma fêmea é. Bicho que produz sangue, que produz leite. Essa fêmea, é a fêmea que eu sou e a fêmea que você é. Só que a gente acabou esquecendo ou esqueceram pra gente. E a gente vai precisar lembrar quem que a fêmea é, porque quem a fêmea é, tem muito a ver com estradiol, que tem muito a ver com fertilidade, que por sua vez, tem muito a ver com felicidade. Fertilidade e felicidade vêm da mesma raiz, ser fértil é ser feliz. Não tô falando só de fertilidade de útero, de ovário, de trompa, não. Se a gente não consegue ser fel– ser fértil dessa forma, que a gente invente uma nova forma, da gente ser fértil. Porque, na verdade, ser feliz e ser fértil, é deixar a energia do criador fluir através da gente. A energia criadora, fluir através da gente. Então tá aqui, tá entregue pro mundo, fêmea, já tá escrito, já tá registrado. Eu só preciso agora– realmente, tá no período expulsivo agora, a cabecinha já tá mais pra lá do que pra cá. E eu queria convidar você a vir comigo. Se Deus quiser, em nome de Jesus, você vai se reencontrar com a fêmea que tem em você, vai relembrar como que o criador fez a gente quando ele, é, inventou todo esse sistema de fazer bebê, vai se reconectar com a sua energia criadora, conceptora, para que você possa levar o seu neném pra casa e que no próximo Natal, que Natal significa nascimento, que no próximo Natal, ele possa tá com você, que no próximo Natal, seja o seu Natal, que o seu renascimento e o nascimento do seu bebê. Vamo simbora. Que papai do céu possa nos abençoar. Fiquem com Deus. Um beijo. Vamo lá.


